Rigor e Deontologia

Política Editorial e Princípios Orientadores

A seriedade com que abordamos o conflito parental e a proteção das crianças exige normas claras de transparência, linguagem e verificação de factos.

1. Foco Humano sem Conflito de Género

O nosso foco prioritário é apoiar pais que enfrentam o afastamento dos filhos e que pretendem continuar a desempenhar o seu papel afetivo e educativo. Este propósito recusa expressamente transformar-se numa acusação generalizada contra as mães ou em narrativas de hostilidade entre homens e mulheres.

2. Princípio da Honestidade e Não Exagero

Temos a ambição cívica de ser um recurso credível e rigoroso. Contudo, não nos autointitulamos "a maior referência nacional" nem "o principal portal" sem evidência externa e independente que o sustente. Rejeitamos títulos pomposos e alegações publicitárias enganosas.

3. Critérios de Terminologia e Não Diagnóstico

• Terminologia Prudente: Utilizamos a expressão "situações descritas como alienação parental" para contextualizar o debate público, deixando claro que não constitui um diagnóstico médico oficial na CID-11 da OMS ou no DSM-5-TR da APA.

• Descrição de Comportamentos: Privilegiamos a identificação de comportamentos concretos e observáveis em vez de etiquetas abstratas.

• Investigação de Causas Alternativas: Rejeitamos a presunção automática de que uma criança que recusa contacto esteja a ser manipulada. Suspeitas legítimas de maus-tratos, abusos ou negligência devem ser sempre consideradas com prioridade.

4. Fontes Primárias Auditadas

Todas as menções legislativas referenciam o Diário da República e códigos legais em vigor em Portugal (RGPTC — Lei n.º 141/2015, Código Civil e Código Penal). Os dados demográficos apoiam-se exclusivamente no Instituto Nacional de Estatística (INE) e em estudos académicos com metodologia peer-reviewed publicada.